"QUEIMAM AS PESSOAS E JÁ NINGUÉM APAGA AS MARCAS"
Eduardo Vítor Rodrigues mostrou hoje a sua revolta em relação a um processo de que é alvo com origem numa denúncia anónima. Tudo por um alegado crime de peculato por utilização de uma viatura municipais, no caso concreto o shuttle da Beira-Rio.
"Uma denúncia anónima ocorrida em 2017, meses antes das eleições, levou o Ministério Público a propor-me a julgamento", escreveu hoje o presidente da Câmara de Gaia.
"Ao fim de 4 anos, repito 4 anos, de tramitação, nunca fui ouvido e mostrarei no tribunal que isto não faz sentido nenhum", garante. classificando todo este processo como "uma falsidade decorrente de mais uma denúncia anónima de gente sem escrúpulos, a quem o MP parece dar sentido"
"Queimam as pessoas; quando se provar o erro, já ninguém apaga as marcas", conclui.