Manuel Serrão foi acusado de ter recebido, com a conivência de funcionários públicos do setor, uma quantia de quase 39 milhões de euros para 14 projetos cofinanciados por fundos europeus, durante 10 anos.
A primeira sessão das alegações finais começou hoje de manhã, no Tribunal de Gaia, com o Ministério Público a referir que "o dinheiro é um crime sem vítimas, os únicos que sabem são os agentes da corrupção".